sábado, 8 de dezembro de 2007

Questão do Arnaldo

Que mudanças são introduzidas pelos conceitos de ciberespaço e cibercultura dentro do contexto pedagógico?
Pierry Levy diz que com o desenvolvimento da cibercultura o que é preciso se ensinar e aprender não pode mais ser planejado previamente. Os currículos serão cada vez menos fixos e estarão em constante mudança e não poderão ser elaborados como até então. Com isto os professores e a pedagogia se adaptarão a um novo conceito de aprendizagens que serão personalizadas e feitas em coletividade e em rede. Com o desenvolvimento da cibercultura e do ciberespaço, que fazem parte da sociedade da informação do texto de Kumar, o conhecimento passou a viver um paradoxo, ao mesmo tempo que ficou mais fácil de acessar ficou intotalizável, ou seja ficou mais difícil de se obter como um todo. O tudo não pode ser acessado como se parece e o todo está definitivamente fora do alcance. O saber guardado na memória passou aos livros e o conhecimento dos livros passou à biblioteca desterritorializada do mundo virtual ou seja o ciberespaço. A cibercultura trouxe novos conhecimentos como a simulação que é a principal. Este conhecimento trata-se de uma tecnologia intelectual que aumenta a imaginação individual remodelando processos mentais comuns, aumentando a inteligência coletiva. Tudo é baseado em suportes digitais. A simulação é uma forma de industrialização da maneira de pensar, não é nem teoria, nem experência, e é típica do processo de nascimento da cibercultura.
Pierry Levy quer dizer em seu texto que o ciberespaço será dentro em breve o principal meio onde as atividades econômicas ocorrerão. Será o principal aparato coletivo da memória, pensamento e comunicação do planeta. Será o reservatório da inteligência coletiva de todo o mundo.

Pergunta Arnaldo

De que maneira os conceitos de ciberespaço e cibercultura influenciaram o mundo no contexto pedagogico?

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Questão da Shirlene

1-Como a velocidade e a renovação das informações vai transformar a relação do individuo com o conhecimento?

A relação com o saber passa por grandes transformações na sociedade contemporânea. A informação e o modo de transmissão dessa informação se diversificou de tal forma que não existe mais um conhecimento único e acabado. A internet traz novos conhecimentos com os quais as pessoas interagem e que mudam a cada instante a cada nova descoberta. O saber deixa de ser linear e paralelo e passa a ser um conhecimento emergente, aberto, contínuo, não linear, reorganizado de acordo com as situações e objetivos e que valorizem o conhecimento que as pessoas adquirem fora do ambiente escolar
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sábado, 1 de dezembro de 2007

QUESTÃO DA ANA

Assistindo a uma conversa entre professoras de Ensino Fundamental1, deparei com seguinte fato: elas falavam da "incompetência" dos alunos em memorizar conteúdos, de comportarem corretamente durante as aulas, mas que os mesmos eram fscinados pelos celulares, computadores que isso eles sabiam desmontar e montar facilmente. Chegaram a conclusão que os alunos têm muita informação e pouca formação.
A mídia tem um papel muito importante no mundo atual e isso é inegável, porém, muitos ainda não sabem como lidar com essa informação tão rápida e mutantte. Os avanços tecnológicos acabam por atropelar o nosso tempo de assimilação pelo uso.
O professor se sente ameaçado por toda essa parafernália que fascina os jovens. como transmissor do saber que está nos livros que foi acumulado durante anos de formação, se sente amendrontado e inútil diante de tanto conhecimento que não mais vem apenas do seu destilar de sabedoria. Vê-se também envergonhado por ter que admitir que seu aluno domina uma área do conhecimento que ele, professor, sequer faz uso.
Qualquer projeto educacional deve levar em conta que os jovens são criados numa sociedade digital. Por isso, educar para os meios de comunicação é educar para a cidadania. Infelizmente, do real até o que projeto " ideal" vai uma distância muito grande. Entenda, as transformações históricas do nosso tempo, além do que muitos educadores ainda sonham com um ideal de aluno que não existe.

SEMINÁRIO -REESTRUTURACÃO PRODUTIVA: ACUMULACÃO FLEXÍVEL E SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO

A era da acumulação flexível se apresenta como forma de superação da crise capitalista evidenciada a partir de 1973, representada pela crise do petróleo e pela estagflação. A partir dela, o mercado gradativamente passou a não mais comportar a produção maciça do modelo fordista, gerando desequilíbrio entre produção e consumo, tornando-se instável. Como é no mercado que o capitalista alcança o lucro, pela comercialização das suas mercadorias e de seus serviços, é ele que informa todo o eixo de organização produtiva, impondo, assim, a necessidade de alteração do modo de produção, pela sua flexibilização, sendo preciso também flexibilizar a exploração dos fatores de produção, dentre os quais a forca de trabalho, o que explica a necessidade de desregulamentação da legislação.
A globalização neoliberal é resposta econômica à crise, decorrendo da necessidade de o capital intensificar a exploração dos mercados existentes e de explorar novos mercados, sempre como o objetivo de garantir a permanência do processo de acumulação e de centralização de capital, tendência que o sistema capitalista revela desde sua gênese.
Toyotismo: modelo de produção japonês, criado por Eiji Toyoda e o engenheiro de produção Taichi Ohno. O modelo é composto por: automatização, just in time, trabalho em equipe, administração por estresse, flexibilização da mão-de-obra, gestão participativa, controle de qualidade e subcontratacão.
O sistema garante ganhos em tempo recorde:
pontualidade na entrega dos produtos,
reduzem pela metade os estoques,
aumentam a capacidade produtiva.
E o que é melhor, tudo isso sem grandes investimentos, exceto com o treinamento de pessoal.
Outro segredo da excelência produtiva é a relação com os fornecedores. No toyotismo não há grandes estoques, por medida de redução de custos e de aumento de lucro, viabilizado pela informatização e pela melhora dos meios de comunicação e transporte, possibilitando que os fornecedores entreguem as pecas necessárias para a produção na hora certa (just in time). Produzem conforme a capacidade aquisitiva do mercado.

Sociedade da informação (e do conhecimento)

Define uma sociedade em que a distribuição e a manipulação de informação se torna a mais significativa e importante atividade econômica e cultural.
Distingue-se de sociedades que predominantemente se afirmam como industriais ou agrárias. Conceito de terceira vaga (Alvin Tofler)
As máquinas da sociedade de informação são os computadores e as telecomunicações, igualmente elementos importantes das designadas tecnologias de informação.
A passagem da sociedade industrial para a sociedade da informação já ocorreu nos EUA em 1950.
O número de empregos em informação ultrapassará até o final de século, a soma dos empregos nos setores de agricultura, indústria e serviços.A sociedade moderna é orientada pela tecnologia, com constantes mudanças das suas características (e numa taxa cada vez mais acelerada).

Referência Bibliográfica
KUMAR, Krishan. Da sociedade pós-industrial à pós-moderna-novas teorias sobre o mundo contemporâneo. Rio de Janeiro,1997.Editora Jorge Zahar.p.78-111
CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede.Ed 7ª.Volune 1. São Paulo, 2003.Editora Paz e Terra SA.p.39-60

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Exercício Avaliativo

1- O que o autor quer dizer com “declínio da produção em massa” e o nascimento de um novo paradigma voltado para a produção /acumulação flexível?

Em 1973 o mundo vive a crise do petróleo, entra em um processo de estagflação. As indústrias não conseguem vender seus produtos, pois não há mercado comprador. O modelo de produção fordista que estava baseado na produção em alta escala para depois prospectar o mercado consumidor, entra em decadência. Surge então uma nova tendência, o toyotismo, que utilizou-se do conhecimento fordista para começar uma nova etapa na produção mundial de bens de consumo. O toyotismo surge quando dois japoneses da montadora de carros Toyota visitam os E.U. A.,
Para conhecerem a fábrica da Ford e verificarem seus processos de produção. Sendo inviável a implantação de tal modelo no Japão, cria-se um novo modelo de produção que tem por base uma indústria pequena sem lugar para grandes estoques, com mão-de-obra treinada e participante-responsável do processo de produção. Como não tem estoques, os seus fornecedores trabalham em “just in time” (hora certa), sendo a mercadoria
entregue quando for necessária sua utilização. As indústrias se instalam onde podem obter maior lucro; com impostos baixos, mão-de-obra barata. Produzem o que o mercado quer comprar, para conhecê-lo investe em pesquisas de mercado e em contra partida oferece a ele os produtos pedidos. O trabalho visa evitar o desperdício, investindo em treinamento do pessoal, onde cada um é responsável pela tarefa que executa; há um controle de qualidade total, durante o processo de produção.


2- Em que medida o Fordismo/Taylorismo pode ser relacionado com as revoluções de 1989 e 1991 pelo qual destaca o autor?

As revoluções são as de 1989 – a queda do muro de Berlim-Alemanha, e de 1991 – a Perestroika e a Glasnost-na União Soviética. O modelo de produção era o mesmo das nações capitalistas, o fordismo/taylorismo. As nações comunistas não tinham mais como continuar com um modelo de produção ultrapassado. Essas nações não possuíam tecnologia para competir com as nações capitalistas. Além disso, os meios de comunicação comunistas reprimiam qualquer iniciativa contrária ao poder vigente, o clima de medo que a repressão causava na população, fazia com ela não mais confiasse no governo. Esses modelos de produção são responsáveis por essas revoluções uma vez que as populações desses países não mais agüentavam um estrangulamento econômico, social e político em que viviam. Os governos não mais conseguiam conter a população insatisfeita com a situação em que se encontravam, começam por tentativas que abrandem as crises e que venham de encontro com os anseios do povo.

sábado, 22 de setembro de 2007

Trabalho de Tecnologia sobre o texto Sociedade da informação

Objetivo:Criar as bases para aumentar consideravelmente a participação da economia da informação no PIB. As indústrias e empresas brasileiras serão as mais beneficiadas tornando-se mais competitivas no mercado internacional.
Pretende disseminar o uso do computador em todo território nacional e criar condições par que a população possa acessar a internet.
Criar as redes metropolitanas de alta velocidade.
Fazer parcerias entre governo, iniciativa privada(telecomunicações e informática), terceiro setor (ONGS). O governo se concentra na pesquisa, desenvolvimento e prototipagem da nova estrutura e de seus serviços básicos.
Conceito: Constitui um conjunto de iniciativas coordenadas pelo MCT, com ações conjuntas entre governos federal, estaduais, municipais, em parceria com a iniciativa privada.
Na área de educação promove intercâmbio acadêmico para a troca de informação, implantação de infra-estrutura avançada para a pesquisa e ensino; educação à distancia de qualidade e bibliotecas temáticas digitais.